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2011/01/15

Uma Espera Aflita


 "Uma espera aflita"








Olhei uma foto na estante
Sonhei com momentos distantes
Refiz o verso que, tímido pra ti não li
A chuva é fraca quando se tem lágrimas dentro!


Por uma década esperei pelas desculpas
Por momentos, percebi que não seria assim
A vida que me deixava estava em sua mochila
E você a tirou sem esperar de mim...


Guardo uma frase sua em minha fotografia
E quando amanhece lembro apenas da covardia
De não querer ser feliz, em estar sempre
A olhar sua ilha que te habita vazia...


Mas quando você liga desligo as razões
E Corro pra ouvir você!




Czar D’alma

2011/01/14

Leito e Inferno

“Leito e inferno”








Andamos por uma milha
Sentenças, embaraços e gostos
O corpo, sedento do jeito maroto
Nuance e espelho, desejo o vermelho!


Sua parte em sombras, flagrância seduz.
Ao lado, um som de seu perfil reluz meu ser
Desejo o mesmo que, volúpia e prazer!
Acorda e dorme, na semelhança do bem-querer.


Depois das sete, antes do dia, na hora vadia
Agente escorre e colhe o leite da malha fina
Então é suor, beijo, champanhe e calor!
Há uma milha de anos que, já não sinto do leito o furor.


Então, agente em conchinha, uma seria e praia
Meu desejo, ainda está enriquecido em sua saia!
As crianças do Ipiranga pescam o possível
Seu jeito, seu seio e vosso leito, imprescindível!


Nos momentos eternos, cinema sem roupa, nem terno
Amar é tudo que, a vida propõe, assim vivem os índios.
Maratona louca é seu corpo
Onde meu céu acaba, inicia o seu 


Doce inferno!




 Czar  D’alma


2011/01/13

O Belo e o Prazer

 "O Belo e o Prazer"  







Meu viver, 
Você!
Sofrer por quê?
Bom 
lhe ter...

Na base do amor, a flor.


Depois de tudo acontecer, 
Adormecer...
 Ao seu lado, 
Pela vida escolher.

Rimar versos hilários, 
Não sei fazer.
 De que são feitos 
O belo e o prazer?


A não ser do nome que cabe...
Naquele nosso querer!



Czar D’alma

2011/01/11

Deveras Sentimento

 "Deveras Sentimento"




Colhi uma gota do oceano
Fiz um poema pra lhe dar
Canções e filmes de guerra
Abraços quentes e amar


Reguei o céu com minhas lágrimas
Na esperança de seu sorriso, te digo!
Na volúpia da mulher, fui fera e ferido
Com as rosas que lhe dei, sonhei-te!


Compondo abraços em meus sonhos
Fiz-te deusa, mãe, menina e quem dera
Pudera eu contar seus passos em minha esfera
Ah, eu ainda não sei como velejar em suas velas...


Colhendo pomares e oceanos,
Fiz meus erros em nossos planos
Há pouco menos de um ano...
Oceanos em rios em troca de seus sentimentos frios.


Por um simples sentimento frio...





 Czar  D'alma