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2011/08/26

Dos Momentos em que vivi

            "Dos Momentos que vivi"   




                    






Aqueceram-me do frio
Os seus braços sobre mim


Dos lugares onde estive
Só a tua beleza me faz feliz


Quando as lágrimas me envolveram
Os teus beijos consolaram-me


Eu sou assim...
Um pouco do que vivi
E o muito que encontrei
Por encontrar a ti


Estive em muitos lugares
Mas só em ti
Eu fui feliz


Te amo...


Eu não tenho nada...
Mas você é tudo




Pra mim.






Czar D’alma



Entre as Ondas

            "Entre as ondas"       





                




Nadando entre ondas
Eu percebo a vida
Correnteza que me atraca
Vou vencendo mesmo assim


Nadando contra a correnteza
Vejo a pouca força que há em mim
E da vida sua beleza.


Nadando em alto mar
A solidão em volta, a casa
Onde as ondas me venceram
E quando venço entendo a piada


Quando nadando entre vidas
Percebo a fragilidade da minha
Onde todos terminam rindo
Por que toda a beleza do ser...




Esta em sua própria estrada.






Czar D’alma




2011/08/24

Pelo Teu Olhar Sem Riso

            "Pelo Teu olhar sem riso"      




                    





Contemplei o teu olhar
Divagando no vazio
Queria nele habitar
Mas ali pra mim, viria o frio


Olhando distante quase sem pensar
Tu disseste que, jamais poderia voltar
Dos nossos repentes e devaneios meio ao riso
Quando assim afirmava que, não mais me amar


Eu então olhei o teu olhar
Que já não me pertencia
Em meu estômago a virar
Nervosismo sem ter brilho


Meu frio subiu por toda espinha
Desceu até meus medos escondidos
Já não podia nada mudar, coisas que aprendi a amar
Eu estava assim mudando em lágrima o que foi riso


Quando me lembro do teu olhar
Contemplando meu vazio...
Tão distante tu se poste a ficar
Agora não encontro da vida o sentido.


Se eu olho o teu olhar
Aumenta o sonho que perdi
Quando eu estava a te amar
E tu escoando de minhas mãos...



Pelo teu olhar,
Tirando dos meus lábios o 



Sorriso.







Czar D’alma 



Rua Vazia

            "Rua Vazia"      




                




Guardo em mim o que passou
Doces, festas e um pouco de amor
Ando pelas ruas vou ao Arpoador
Mas não sou de nada disso que passou


Guardo em mim as tuas frases perfeitas
Seus beijos e da vida lindas receitas
Quando delirava em mim mesmo à mesa
Eu guardo tudo isso, minha quase sempre enxaqueca.


Guardo tudo que, passou
Pra ver se mudo o mundo que, seu mundo me tirou
Andando entre ruas e becos que a vida linda e mentirosa
Um dia a mim, pelos seus braços se apresentou


Eu sou a rua vazia
Eu sou o seu montante de rosas
Quando eu ainda era teu lírio
E uma bela fantasia...


Eu sou o vazio da rua
Que te espera na madrugada passar
Quero sempre o nosso silêncio
E um gole de prazer por te amar.


Das ruas e do que guardo em mim
Tirei tudo e dei para a lua
Que me olhando fazia promessas
Ou era a minha imaginação que assim fazia


Quando eu era alegre
E a minha rua,





Nada vazia.







Czar D’alma