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2013/03/04

“Destemer amar” – Czar D’alma.


“Destemer amar” – Czar D’alma






“Destemer amar” – Czar D’alma



Se das coisas tidas como lindas
Eu as retive com a força
Que de ti, aprendi.




Com lírios em rios
Risos entre nossos gemidos
Onde a coisa toda dava por vencida.
Eu lhe tive em mim...




Se dos montes vislumbrei sonhos
Foi em teus braços que o amor
Deixou de ser medonho...




Com toda a gama de cores
Que do arco-iris consumi
Em teus lábios dei-me por inteiro
Dei-me a ti...

Quando os destroços da alma
Corromperem as ondas da razão
Tu verás que lhe dera amor
O que tu disseste, não.




Meus dedos entre os seus
Vossos lados sendo um
E tu colhendo a nada algum.




Sedento deito e choro
Senão sonho tenho remorsos
Mas, não fora tudo embora
Caiba-me ainda tu em meu coração.




Onde a erva não daninha
E o fruto veste o pão.
Eu recolho a minha alegria
E as devolvo em tuas mãos.




Sou um ser comum
Comumente assim o tempo não...
Quando não sou de mim, sou teu
O que me faz herdar da vida a força e





 A solidão.






“Destemer amar” – Czar D’alma




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